sexta-feira, 1 de fevereiro de 2013

Será que teremos um novo Test Drive para PlayStation 4?



  E depois da possibilidade de vermos o PlayStation 4 ser anunciado ainda neste mês, eis que temos outro rumor surgindo apontando um possível game para a plataforma. E como sempre, a novidade foi descoberta a partir de um currículo que vazou na internet.
  De acordo com o misterioso Superannuation, o homem por trás dos boatos e que sempre consegue informações quentes em primeira mão, a produtora francesa Ivory Tower está trabalhando em um game para a próxima geração. O conteúdo já foi retirado do ar, mas não sem antes cair como uma bomba no colo de quem espera uma novidade sobre o sucessor do PS3.
  E apenas de o título não ter sido revelado — uma vez que ele era descrito apenas como “Jogo Confidencial” —, o histórico da empresa levantou algumas possibilidades. Como a Ivory Tower foi fundada por ex-funcionários da Eden Studios, responsável pela série Test Drive, há quem acredite que teremos um game de corrida acelerando no novo console da Sony em breve. Além do PS4, ele ainda chegaria ao PS3 e Xbox 360.

Reboot em Resident Evil pode estar a caminho



  Em entrevista para a Eurogamer, Masachika Kawata, produtor da franquia desde Resident Evil 4, afirmou que existe a possibilidade de a série receber um reboot no futuro. No entanto, isso aconteceria apenas para comportar um jogo de mundo aberto, algo no estilo de GTA ou The Elder Scrolls  Segundo ele, tudo vai depender da recepção de Resident Evil: Revelations para consoles – mesmo assim, ainda demoraria alguns anos para sair um game nesse formato.
  Mas calma, não se desespere ainda: de acordo com Kawata, no caso de um Resident Evil de mundo aberto ser desenvolvido, um dos critérios seria preservar as características da franquia que a torna interessantes aos fãs, de forma a não excluir nem jogadores antigos, nem os que nunca viram nada de RE. Então, para comportar algo assim, um leve reboot seria necessário. Existe a possibilidade, porém não há nada certo a respeito ainda.
Fonte: Eurogamer

Sony sugere anúncio do PlayStation 4 para o dia 20 de fevereiro



O mundo amanheceu em polvorosa nesta sexta-feira. Diante de vários rumores sobre o possível PlayStation 4, eis que a própria sony traz fortes indícios de que seu novo console pode ser revelado em breve. Em seu site oficial, a companhia liberou um teaser prometendo uma conferência para mostrar o futuro do PlayStation.
  É claro que o vídeo, de apenas 44 segundos, não traz nenhuma revelação, apenas de que a conferência acontecerá no próximo dia 20 de fevereiro às 21 horas, horário de Brasília. Portanto, anote em sua agenda e comece a fazer suas apostas sobre o que está por vir.
  E apesar de os símbolos do console com efeitos bacanas dançando na tela não dizerem muita coisa sobre o anúncio, as chances de vermos o tão esperado sucessor do PlayStation 3 são enormes. Basta lembrar que foi em um PlayStation Meeting como esse que a Sony mostrou o protótipo do Vita ao mundo. Portanto, não estranhe caso um Projeto Orbis — ou seja lá qual for o codinome adotado pela empresa — apareça nas próximas semanas para que a apresentação oficial aconteça durante a E3.

  Além disso, você ainda pode se cadastrar no site da própria fabricante para receber as novidades do anúncio em primeira mão em seu email. Assim, se você quer estar por dentro, basta adicionar seu endereço no campo destinado e esperar.
  E como não poderia deixar de ser, estaremos fazendo a cobertura completa do PlayStation Meeting ao vivo no próximo dia 20 de fevereiro. Anote em sua agenda, coloque alarmes e pendure lembretes até mesmo em seu cachorro. A nova geração está cada vez mais perto e não vamos deixar de recepcioná-la.

GTA 5 chega em 17 de setembro



  A Rockstar finalmente divulgou a notícia que toda a comunidade gamer do planeta estava esperando: Grand Theft Auto chega ao mercado no dia 17 de setembro de 2013. Ainda está longe, mas pelo menos, temos mais tempo para juntas nossas moedinhas e adquirir esse que promete ser um dos maiores lançamentos do ano.
  A desenvolvedora foi curta e grossa, revelou a data de lançamento e nada mais de novidades sobre o game. Mas dá para esperar uma grande edição especial e muitas novidades até o dia tão sonhado por todos.
Efeitos negativos
  O atraso no lançamento do game - que estava originalmente previsto para o segundo trimestre deste ano - causou efeitos negativos às ações da distribuidora Take-Two. Os papéis da empresa na bolsa de valores americana caíram 7,96%. Os da loja GameStop também sofreram queda, menor, de 1,7%.
  Aos fãs, a Rockstar pediu desculpas pelo atraso e garantiu que o espaço maior de tempo até o lançamento será necessário para garantir o máximo de qualidade nesse que é o game mais ambicioso da história da empresa. A companhia garantiu, ainda, que as expectativas de todos serão superadas sem dúvida alguma.

Conspiração: A verdade sobre o assassinato de John Lennon

  John Lennon nasceu em Outubro de 1940, na cidade de Liverpool, Inglaterra. Alcançou a fama mundial na banda de maior sucesso de todos os tempos, os Beatles, e junto com Paul McCartney, formou talvez o que seria a melhor dupla de compositores da história. Com o fim dos Beatles em 1970, Lennon seguiu sua meteórica carreira solo nos anos 70, onde tornou-se o ativista anti-guerra mais perigoso dos Estados Unidos.




  Lennon lançou sucessos como Imagine, Give Peace a Chance, Happy Xmas (War is Over), Mind Games e muitas outras, uma grande maioria fazendo um apelo pela paz, na Guerra do Vietnã, que teve seu fim em 1975.
Na noite de 8 de dezembro de 1980, quando voltava para o apartamento onde morava em Nova Iorque, no edifício Dakota, em frente ao Central Park, John foi abordado por um rapaz que durante o dia havia lhe pedido um autógrafo em um LP Double Fantasy em frente ao Dakota.

  O rapaz, chamado Mark David Chapman, um fã dos Beatles e de John, disparou 5 tiros com revólver calibre 38, os quais 4 acertaram em John Lennon. A polícia chegou minutos depois e levou John na própria viatura para o hospital. O assassino permaneceu no local com um livro nas mãos, “O Apanhador no Campo de Centeio” de J.D. Salinger.

  John morreu após perder cerca de 80% de seu sangue, aos quarenta anos de idade. Logo após a notícia da morte de John Lennon, que correu o mundo, uma multidão se juntou em frente ao Dakota, com velas e cantando canções de John e dos Beatles. O corpo de John foi cremado no Cemitério de Ferncliff, em Hartsdale, cidade do estado de Nova Iorque, e suas cinzas foram guardadas por Yoko Ono.


A conspiração

  Tudo começou em 1971, quando Lennon realizou o concerto Free John Now Rally, pela libertação do poeta e ativista político americano John Sinclair, preso por porte de maconha. Até 1976, a vida do roqueiro foi investigada por espiões e grampos telefônicos, virando um dossiê de 300 páginas.

  O FBI e a CIA julgavam Lennon um radical muito perigoso, porque o astro sabia se comunicar com milhões de jovens, através de suas músicas e apresentações. Qualquer ideia subversiva seria facilmente aceita pela juventude norte-americana.

  O governo precisava detê-lo de qualquer forma, pois estava em jogo a segurança da nação. Segundo Bresler, a solução encontrada foi a mesma já destinada a Martin Luther King e outros líderes populares do país: o extermínio.

  Entretanto, no ano de 1976, os republicanos perderam as eleições presidenciais para os democratas. O novo presidente, Jimmy Carter, “protegeu” Lennon da polícia federal e do serviço secreto e deram a John o green card. Lennon decidiu fazer um retiro profissional, sob a alegação de acompanhar o crescimento de Sean, seu segundo filho, o primeiro com Yoko Ono. Foram anos de paz, nos quais ele e a família puderam viver em segurança nos Estados Unidos.

  Esses anos de paz foram seus últimos de vida. Nas novas eleições no começo da nova década, os republicanos venceram a guerra e retornaram ao poder. Nessa mesma época, Lennon lançava o álbum Double Fantasy, que estourou nas paradas de sucesso. Então, o recém-eleito presidente resolveu iniciar seu mandato sem o temido ativista.

  William Casey, administrador da campanha vitoriosa de Ronald Reagan, nos anos seguintes se tornaria um dos mais poderosos chefes da CIA. Ele tinha carta branca para assassinar John Lennon antes do final de 1980.

  O assassino, Mark Chapman, já estava sendo preparado pelo programa de controle mental do serviço secreto americano. Ele viajaria do Havaí para Nova York, procuraria a vítima e mataria Lennon a sangue frio, à frente de testemunhas (Yoko Ono e o porteiro do Dakota) que, posteriormente, o identificariam como o criminoso.





  Não há dúvidas que Chapman disparou os 5 tiros mirando a morte de John. Mas a contradição afirma que não foi ele quem projetou o assassinato. Chapman foi condenado pela Justiça estadunidense alegando que ele buscava seus 15 minutos de fama, e obviamente, conseguiu, não só 15 minutos, mas muitos anos.


  Entretanto, o detetive Arthur O’Connor, a primeira pessoa a conversar reservadamente com o assassino, afirmou que a acusação não fazia sentido, pois Chapman sempre evitou a imprensa. Por que alguém em busca da fama se negaria a dar entrevistas?

  Vários meses após o acontecido, Chapman afirmou que matara Lennon para promover a leitura do livro O Apanhador no Campo de Centeio, já mencionado acima. Antes de ser preso, nunca tinha comentado com amigos sobre a obra do escritor americano.

  Na prisão, Chapman declarou à BBC: “Ele (Lennon) passou por mim e então ouvi na minha cabeça, ‘faça, faça, faça’. Não me lembro de mirar. Apenas puxei o gatilho com força, cinco vezes”. Que vozes eram essas? Chapman não tinha passado de maluco.  Pelo contrário, ele tinha uma vida social normal e era um excelente monitor em acampamentos de meninos. Será que alguém estaria controlando a mente de Mark Chapman?

  David Shayler, ex-agente do MI5, afirmou que os governos britânico e americano trocaram informações sobre a suposta doação de 75 mil libras do músico ao IRA, grupo de terrorismo irlandês. Sob suspeita de apoiar e patrocinar os terroristas irlandeses, Lennon precisava ser eliminado.

  Yoko Ono, negou a ligação do marido com o IRA e lembrou que ele defendia os direitos civis e de paz. Entretanto, os arquivos existem e estavam classificados pelo FBI como de “segurança nacional”. Isso prova que o garoto de Liverpool era investigado de perto pelas inteligências americana e britânica no início dos anos 70. 

E você, leitor? Acredita que o governo dos Estados Unidos mandaram matar John Lennon? Mostre sua opinião, não deixe de comentar!







BRASIL CONSTRUIRÁ NOVO ACELERADOR DE PARTÍCULAS

  Ainda esse ano, as obras da construção de um novo acelerador de partículas brasileiro irão começar. Localizado no Laboratório Nacional de Luz Síncrotron (LNLS), em Campinas (Interior de São Paulo), o equipamento de terceira geração substituirá o atual UVX, da segunda geração, que continuará operando.


O Sirius, como foi batizado, irá acelerar elétrons e contribuirá com diversas áreas da ciência, como física, medicina e biologia, atraindo cientistas renomados de todo o mundo.
O UVX está em funcionamento desde 1997, e é o único equipamento do tipo em toda a América Latina, com suas 16 estações experimentais. Ele permite o mapeamento do interior de diversas estruturas subatômicas, através de imagens em diversos comprimentos de luz, como infravermelho e raios X. No entanto, ele não é tão preciso quanto o equipamentos similares localizados nos EUA e Europa.
O novo acelerador de partículas será construído em uma área 150 mil m2, e será equipado com tecnologia de ponta, oferecendo resultados muito mais precisos do que o UVX, o que o colocará entre os melhores aceleradores de partículas do mundo.
Com um orçamento previsto de R$ 650 milhões, o Sirius deverá ficar pronto em 2016.
“O projeto conceitual está concluído. Originalmente ele já era competitivo em relação aos outros aceleradores de terceira geração, mas o comitê internacional de avaliadores nos desafiou a fazer um projeto ainda mais arrojado. Agora ele traz uma série de inovações que o colocam, de fato, entre os melhores equipamentos do mundo”, afirmou Antonio José Roque da Silva, diretor do Laboratório onde o acelerador será construído.


Voando Em Outros Mundos

  Imagine voar em um pequeno avião nas paisagens dos planetas e luas do sistema solar. O avião voaria como na Terra?


  Certamente não. Nossas aeronaves foram projetadas com base nas condições atmosféricas e gravitacionais de nosso planeta. Mesmo assim, não custa tentar. Randall Munro, ex-funcionário da NASA, mostrou como seria voar com um Cessna 172 Skyhawk em diversos locais do sistema solar, através do simulador de voo X-Plane. Ele modificou parâmetros como condições atmosféricas e atrações gravitacionais de acordo com os astros.
  Nas simulações, os tanques do avião estão carregados com baterias de íon de lítio e o motor é elétrico. A aeronave é liberada em uma altitude de 1km, e tenta continuar voando.
Munroe não realizou o teste em Mercúrio nem na Lua, pois estes não possuem atmosfera, o que torna impossível o voo.
  A primeira simulação foi realizada no Sol. Não é difícil imaginar o que aconteceu – o avião se vaporizou quase que instantaneamente. Em Vênus, sua temperatura e pressão elevada também impediram um voo, exceto nas camadas mais altas da atmosfera, onde o avião deve resistir somente à ventos semelhantes a um furacão de categoria cinco.
  Em Marte, o avião não conseguiu ganhar velocidade suficiente e caiu a mais de 60 m/s. A alta atração gravitacional de Júpiter esmagou o avião em segundos, conforme ele imergia na densa atmosfera do gigante gasoso. Em Saturno, a gravidade é menor, permitindo um breve voo. No entanto, as baixas temperaturas e os fortes ventos fazem a nave descer, tendo o mesmo destino que em Júpiter. Em Urano, apesar do frio e dos ventos fortíssimos – a aeronave consegue voar por alguns instantes. Netuno possui condições semelhantes, mas possui algumas nuvens interessantes para serem vistas antes da aeronave congelar ou ser destroçada pela forte turbulência.
  E acredite se quiser – Titã, o maior satélite de Saturno, possui as melhores condições do voo. Embora a atmosfera do satélite seja mais densa, sua gravidade é menor do que a da Terra. Seria possível até mesmo voar com um par de asas artificias – claro que, não estamos contando com o frio de -200ºC de Titã.